Design

Como construir uma autoridade online através do design

Assim como em qualquer setor da economia mundial, ganhar espaço e aderência entre a decisão dos consumidores não é fácil. Hoje, em plena era da informação, consumidores buscam produtos e serviços que são completos e fazem mais do que apenas conectar os pontos.

Atualmente, estudos de psicologia cognitiva e neurociências – o famoso neuromarketing – demonstram como é o comportamento das pessoas em relação a qualquer marca. Quando falamos em comércio virtual – e-commerces e startups, por exemplo – a coisa ganha ainda mais notoriedade. Ferramentas como CrazyEGG e Hotjar, que fazem leituras de comportamento dos leitores/consumidores em suas telas demonstram melhor do qualquer coisa, como o cérebro humano vem lidando com as inovações e novidades do setor.

Por isso, vem sendo cada vez mais importante trabalhar a diferenciação de seu produto/serviço através de um bom design. Quando digo design, falo desde a concepção inicial do produto/serviço até os aspectos estéticos. Diversas empresas já nos demonstraram o quanto um bom design é fundamental para a diferenciação no mercado, veja Apple, Google, Airbnb e por aí vai.

O guru e empreendedor serial Neil Patel, já nos explicou por diversas vezes o quanto os aspectos visuais influencia também na parte técnica; principalmente se no meio de suas estratégias de marketing está englobado o trabalho de marketing de conteúdo através de um blog próprio. Recentemente, novidades no algoritmo de rankeamento do Google passou a contabilizar variáveis de design como velocidade de carregamento de página, tamanho das letras, responsividade e por aí vai.

Então como posso conseguir um trabalho diferenciado? Siga o básico desses três passos abaixo, e você estará mais perto de conseguir o pretende.

1. Trabalho de design visualmente primoroso

Para todo e qualquer quesito leve a perfeição e acuidade visual como um dos parâmetros de suma importância. Pode parecer clichê, mas veja bem como os produtos Apple se diferenciam dos demais. O acabamento, a acuidade visual, o cuidado de deixar cada curva perfeita, cada transição do sistema operacional mais bonita, e por aí vai. Pense sempre no estado da arte!

Lembro-me muito bem de quando ouvi um podcast, com a participação do empreendedor brasileiro Flávio Augusto da Silva, revelando parte do segredo de seu sucesso. Obviamente envolvem mais variáveis do que imaginamos, mas uma coisa que ele disse ressonou fortemente em meu âmago: “Eu tenho cuidado para que cada peça do meu quebra-cabeças, chamado branding, seja maravilhoso e visualmente impactante.”

Esse é o caminho. Construa, analise, teste, refaça e adapte; faça o trabalho de design completo. Nunca tenha uma versão finalizada como algo fechado. A evolução constante é o que ajuda nesse momento.

 

2. Consistência por todas as plataformas

 

Outro ponto muito importante começa na construção e gestão da identidade visual dessa marca, ou seja, a consistência. Seja consistente em todas as plataformas que explorar.

Não adianta de nada o seu site ter um layout esplendoroso, mas quando mudamos para o blog o layout não tem nenhuma peça que faça uma ligação ao layout do site e/ou não tenha em sua construção projetual, algo que possamos identificar como pontos de similaridade. É como a preparação para qualquer competição ou teste, a consistência faz a diferença. Quanto mais pontos em comum, afinidades e sintonia tem uma equipe – por exemplo – maior é a probabilidade dela disputar por uma posição de destaque.

No design funciona da mesma forma. Quando toda a sua equipe de marketing – site, blog, peças gráficas e material institucional – trabalha em sintonia, maior a probabilidade de você conquistar um espaço na cabeça de seu público-alvo.

 

3. Problemas estruturais de projeto

 

Saber que errou num projeto é o ponto chave para se ganhar tempo e corrigir o problema, antes que vire uma verdadeira – desculpe o termo – cagada. Por isso ter cuidado e testar cada nova fase é uma medida cautelar interessante a se tomar.

Para quem trabalha com desenvolvimento e design digital, o grande curinga deste momento são os Testes A/B. Implementar essa cultura de “growth hacking”, é muito interessante. Testar quais disposições fazem o produto vender mais, se o botão verde ganha mais cliques que o amarelo, se a chamada para ação toda maiúscula ganha mais espaço do que a em versalete. E por aí vai.

Então amigo, teste, teste, teste.

 

4. Ter profissionais capacitados na equipe

 

E vamos lá, antes de mais nada, lembre-se que a contratação de um designer capacitado e estudo para a sua equipe, não é um custo e sim um investimento.

O conjunto de ferramentas que o designer desenvolve durante a vida profissional é de imensa valia para (quase) qualquer negócio.

 

Conclusão

Dedicar tempo para construir um produto ou serviço com forte diferencial é necessário, mas tão necessário quanto isso é o trabalho de comercialização deles e como o design pode ser um fator diferencial para isso.

Sabemos que design é mais que um visual bonito, mas quando precisa ser algo no “estado da arte”, o quanto um designer pode auxiliar na caminhado em direção ao sucesso de um negócio.

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