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Fotógrafos e Bancos de imagens: não precisa ser uma briga

Fotolia da Adobe

A velha rixa entre os operários e “robôs”. Você não sabe sobre o que eu estou falando? Caso não, ou você é muito distraído, ou novo, ou quem sabe seja os dois, a ponto de não ter percebido as dispensas que ocorreram em grande escala quando a indústria descobriu que um robô (calma, não é sobre uma invasão de andróides, tipo “Exterminador do Futuro”, que estou falando), poderia executar uma tarefa mecânica na metade do tempo, por um custo bem mais baixo se comparado com o que investiram em operários humanos.

É claro, as demissões foram iminentes, todo mundo quer gastar menos para produzir mais, e em massa. Existiram os que definitivamente se sentiram injustiçados, os extremamente relutantes, e que não aceitaram de forma alguma a “evolução”; e teve também quem achou, depois de analisar que era uma evolução, um fato irreversível, a luz no fim do túnel.

E esses, de operários passaram a ser técnicos, e fazer a manutenção das máquinas que outrora foram substituídos. Bom, não é difícil fazer uma analogia com o que acontece hoje em dia em relação aos fotógrafos e os bancos de imagens, microstocks, para ser mais técnico…

Sabemos que muitos fotógrafos profissionais se vêem ameaçados, relutantes em aceitar que os bancos de imagens são uma boa ideia, e acabam encarando tudo como uma “perda mercado”; esses são bastante parecidos com os operários relutantes. Mas existe uma oportunidade ótima em toda parte, como já foi mostrado com os operários que tiveram ascensão usaram a situação a seu favor.

Não entendam as linhas acima como uma lavagem cerebral, e sim como uma ideia a ser refletida: é inútil lutar contra a evolução do mercado de imagens. Assim como é inútil lutar contra qualquer tipo de evolução. As pessoas viram necessidade de ter preços acessíveis, e alguém teve a ideia de disponibilizar isso para um grande público. Foi algo que o mercado pediu! É chegada a hora de perceber os microstocks podem ser aliados dos fotógrafos, e até ajudar a garantir uma “renda extra”, uma vez que seu trabalho será visto por milhares de pessoas, e vendido em grande escala. Acho que não existirá um portfólio melhor e maior que esse. Afinal, um trabalho aclamado, é um bom trabalho!

Fotografia de Filipe Frazão, extraída do site filipefrazão.com

Temos como exemplo o fotógrafo Filipe Frazão, que atualmente disponibiliza materiais para a Fotolia da Adobe:

Subi minhas primeiras fotos há exatamente quatro anos e o motivo foi simples, imaginava poder ter uma renda extra licenciando imagens em banco de imagens. Na época, como tinha muitas fotos de viagens guardadas, selecionei as melhores e subi em todos os sites que tinha cadastro. É natural que algumas fotos foram vendendo mais, e a motivação para trabalhar com esse tipo de serviço foi aumentando. De lá para cá, conheci melhor os bancos de imagens e claro, me identifiquei com a Fotolia. Hoje meu tempo de trabalho é dividido, tenho meu emprego, e sempre que posso nas horas livres produzo para a plataforma da Adobe. Estou muito contente com a renda extra que estas contribuições me proporcionam e a visibilidade que meu conteúdo é exposto para o mundo.

Este é só um exemplo de que é possível ter uma boa oportunidade, tanto de fazer o seu trabalho ser visto, quanto de ter uma renda extra. Se você ficou interessado, clique nesse link; a partir de US$ 50 é possível resgatar em dinheiro o que foi ganho nas vendas das suas fotos. Seja qual for o lado que você acredita ser certo, a verdade é única: existe uma oportunidade em qualquer situação, e descobri-la só depende de você.

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