Publi e MKT

O marketing no tempo em que tudo é amor

Meu emoji favorito: <3!

 

HEART

A internet está cheia de amor, não é mesmo? Bom, quase isso. A internet também tem o seu dark side, mas vamos deixar  esse tema um pouco de lado para falar sobre a nova tendência humanizada das marcas nas mídias sociais.

Na minha preciosa timeline no Facebook vejo diversos projetos colaborativos, pessoas engajadas e profissionais que utilizam o bem em comum para transformar. O número deste tipo de conteúdo realmente aumentou e muito de um tempo para cá. E essa nova tendência (se pudermos chamar assim) vale milhões de curtidas e compartilhamentos. E por mim, poderia continuar por longos anos!

Por outro lado temos o Sr. Marketing e as marcas. O posicionamento das marcas sofreu uma mudança para se adaptar com o novo e mais empoderado público. Você já reparou em marcas que erguem a bandeira da sustentabilidade entre emojis sorridentes e corações vermelhos pulsando em chamadas nas redes sociais? Pois é! Sem falar da linguagem descontraída e mais polida como amigos de longa data.

Tudo bem, para quem acha que tudo isso é coincidência. Digo, não é! Toda essa conversa tem uma razão e eu vou explicar o por quê.

Meu colega Kotler disse

Vamos nos apropriar de algumas ideias do sábio e lustroso Philip Kotler. O livro dele, o “Marketing 3:0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano” não nos deixa mentir. Há diversas marcas acompanhando a ideia de que não somos apenas indivíduos massificados, que não possuímos apenas necessidades a serem sanadas, mas que somos igualmente seres humanos transformadores vivendo em plena era digital.

Em uma entrevista dada no HSM Expomanagement, Kotler magnificamente afirmou que:

“Vivemos a era da participação e da sociedade criativa. Para as empresas, isso significa estar mais próximas de seus clientes, trabalhando de maneira unida com eles, pois os consumidores ajudarão as corporações a criarem seus novos produtos e iniciativas de marketing. É o conceito da “co-criação”.

A co-criação está ligada a todas as pessoas envolvidas em ideias e processos da empresa. E as marcas que permitem esse tipo de relação facilmente produzem produtos e serviços que realmente tenham mais significado para os consumidores. É importante que as marcas criem um posicionamento alinhado com a forma mais criativa de ver, pensar o mundo.

Próxima etapa: A forte cultura colaborativa

Quando falamos em colaboração pensamos em pessoas ou instituições engajadas em um mesmo objetivo. Para marcas, a colaboração significa criar produtos e experiências em que fornecedores, stalkeholders e consumidores estejam conectados.

Na prática não é tão fácil assim, mas é possível ver grandes empresas engajadas no consumidor, que procuram criar soluções e novos produtos por meio das ideias e opiniões do público. Um dos fatores está principalmente ligado na maneira em que os consumidores se comportam nas mídias sociais em relação aos seus produtos.

Exemplos recentes mostram consumidores participando de grupos, comentando eproduzindo conteúdo. Agora temos consumidores fieis e com poder real de mudança. Um salve para nós! o/

Mais poder: somos seres de razão e emoção

Na forma mais filosófica que Kotler cita o coração, a mente e a alma para explicar o novo marketing. Em sua forma para criação do caráter, ele sugere que as marcas enxerguem os consumidores como seres humanos únicos e que criem produtos e serviços baseados nessa premissa de cuidado e doação.

É fantástico pensarmos que o posicionamento de uma marca muda dessa maneira, já que vivemos comportamentos assim no nosso dia a dia com nossos amigos, familiares e comunidade.

E agora não restam dúvidas, as marcas já nos perceberam com seres humanos: mente, alma e coração e principalmente com muita vontade de mudança.

 

Se você também concorda, mande já um coração caprichado para cá! <3

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