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Freela e Startup

Precificação ideal para o seu trabalho de design

Não importa o mercado que esteja em questão, a verdade é que o que mais nos deparamos pela internet são companheiros de profissão com problemas na precificação correta de seus projetos.

Existem métodos e mais métodos de precificação. Pode ser por hora de trabalho, pode ser um valor tabelado por você, pode ser variado entre horas fixas + despesas, enfim, temos várias opções.

Quando comecei a fazer trabalhos de freelancer comecei a cobrar valores fixos do trabalho baseado na quantidade de horas que acreditava que gastaria no trabalho. Digamos que deu certo, mas preferi mudar. Então trabalhei só por hora trabalhada, não deu certo. Mas agora com a empresa, gastos fixos e mais maturidade tenho uma visão da forma ideal de cobrar.

E como seria a forma ideal de cobrança?

Até hoje controlo as minhas horas gastas em projetos através do Toggl, aplicativo que já comentei numa outra postagem em meu blog sobre apps que você precisa conhecer. Mas com o tempo que passou e a experiência que adquiri já tenho uma média de horas que gastarei em minha cabeça. Esse é um fator.

Outro fator que levo em conta é a complexidade do projeto, o quanto isso irá me “sugar”, não no sentido pejorativo, mas sim no sentido de dedicação. Além disso levo em consideração a possível exposição/mídia que o projeto pode angariar e também o nível de envolvimento da cadeia produtiva da Elemento; ou seja, quantos fornecedores envolverei no processo.

Somamos a tudo isso outros fatores relevantes como meus gastos fixos com o espaço (água, luz, telefone…) e também algo que aqui no Brasil precisamos ficar sempre atentos: a situação atual da economia. Após somarmos todos esses fatores temos o valor total do projeto.

 

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Mas sabe o que mais me surpreendeu? Navegando pelos blogs que leio normalmente, me deparei com o blog do David Airey. Entre seus diversos conteúdos, me deparei com um artigo falando justamente sobre esse método de cobrança – vale lembra que qualquer semelhança é mera coincidência – para ele que reside lá na Irlanda do Norte. Você pode conferir o conteúdo dele aqui, mas já alerto que é em inglês.

Termino aqui lembrando que a melhor forma de cobrar é a que melhor funciona para você e seus clientes, ok? Mas como já me deparei com diversas discussões de clientes complicados e empresas com preços abaixo do mercado para trabalhos muito bons, acho que é um assunto muito válido.

Espero que tenham gostado e até a próxima semana. :)

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