Design

Referências históricas: é preciso saber usá-las

Existe (ainda) alguma polêmica sobre o conceito de design, se design é arte, e discussões afins. Sobre uma dessas questões, no entanto, já existe clareza (esperamos). Design definitivamente, não é arte. Não é apenas arte, mas também é arte. Confuso? Explicamos: A arte tem uma liberdade de expressão e de intenção de que o design não dispõe. O design tem objetivos claros, específicos e precisa cumpri-los. Até o mais ousado projeto, mesmo sendo ele de iniciativa do designer, livre de uma demanda direta, é concebido para um fim e requer no seu desenvolvimento a consideração e o arranjo de uma série de variáveis.

Também já tratamos aqui do tema originalidade e de o quanto é difícil persegui-la. Já que design também é arte e que precisamos reunir todas as ferramentas disponíveis para desenvolver materiais o mais inovadores quanto possível, temos na arte, nas referências históricas, não apenas conteúdos visuais como inspiração, mas também tipos de composição, cores, uso de luz e sombra, enfim, uma série de influências que podemos usar em nossos projetos atuais.

 

Alguns movimentos artísticos e possíveis contribuições

Alguns movimentos artísticos e possíveis contribuições

 

A inspiração nos gênios da arte pode enriquecer um trabalho, dando-lhe consistência e fugindo de “modinhas”. Obviamente temos que ficar super antenados às tendências, ao que está surgindo por aí, ao que está sendo amplamente usado, mas temos também que reverenciar o excelente, aquilo que já teve seu atestado de sucesso. Procurar seu próprio caminho, ao invés de simplesmente se deixar levar pela maré é sinal de maturidade profissional.

Fonte: www.historiadaarte.com.br

Gisele Monteiro

 

 

 

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